segunda-feira, 3 de junho de 2013

CURSO DESENVOLVIMENTO DE LIDERES

 
CURSO DESENVOLVIMENTO DE LIDERES

PÚBLICO ALVO: Gestores e demais profissionais, que busquem conhecer os aspectos fundamentais que permeiam processo de LIDERANÇA no âmbito das organizações e a sua importância ao alcance de  resultados institucionais.

OBJETIVO GERAL: Contribuir para a formação de lideres, levando-os a alcançar, com sua equipe, os objetivos da organização com eficácia e qualidade. 

DIFERENCIAIS DO CURSO:

§     Curso elaborado, visando capacitar o aluno na melhoria de seu perfil de liderança.
§     Carga horária e estrutura curricular definidas com o objetivo de facilitar o aprendizado e a construção do conhecimento com base em “cases”. 
§     Equipe docente com experiência e atuação no mercado, facilitando a aplicabilidade dos temas no cotidiano organizacional.
§     Fortalecimento da rede de contatos junto à equipe docente e alunos.
§     Para o aluno que tiver no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) de freqüência no curso, terá direito a  um atendimento individual, (previamente agendado) para realização e devolutiva  do teste de Inventário de Autoconhecimento. 

DISCIPLINAS:

·     A ORGANIZAÇÃO E A IMPORTANCIA DA VISÃO ESTRATÉGICA PARA OS LIDERES;
·      LIDERANÇA E GESTÃO DE PESSOAS;
·     FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE EQUPES DE ALTA PERFOMANCE;
·    COMUNICACAO E FEEDBACK;
·      GESTAO DE CONFLITOS.

CARGA HORÁRIA: 20 horas/aula
PERÍODO:   08/07/2013 a 12/07/2013
HORÁRIO: 19h00min às 22h30min.

INVESTIMENTO: R$ 750,00 (setecentos  e cinqüenta reais).

OPÇÕES DE PAGAMENTO:
A vista, com 10 %(dez por cento) de desconto;
Dividido em duas parcelas: entrada e 30 dias;
ACEITAMOS CARTÕES DE CRÉDITOhttp://www.cicloceap.com.br/portal/img/portal/marcas.png
Desconto de 15%(quinze) para  associados: CRA/MG – SAE/MG, SENGE/MG E INSTITUTO ELO

NOSSOS DIFERENCIAIS:
·                     Incluso no valor: Material didático;
·                     Turmas reduzidas com no máximo até 15 (quinze) alunos, visando melhor aprendizado;
·                     Preços diferenciados para grupos e empresas;
·                     Realização do curso em local de fácil acesso e no Centro de Belo Horizonte/MG;
·                     Fornecimento de material didático;
·                     Fornecimento de Certificado;
·                     Professores com vasta experiência no mercado; 
·                     O certificado será enviado on line para o aluno que tenha freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária total do curso; 

IMPORTANTE:
§     Nossos cursos são classificados como livres e de atualização ou qualificação profissional, portanto não necessitam de portaria de regularização.
§     A lei nº 9.394, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional mostra que os Cursos Livres passaram a integrar a Educação Profissional, que é a modalidade de educação não-formal de duração
variável, destinada a proporcionar ao trabalhador conhecimentos que lhe permitam reprofissionalizar-se, qualificar-se e atualizar-se para o trabalho. 
§     Nosso CNPJ é registrado e autorizado a oferecer cursos nesta modalidade.    
§     Na hipótese de inscrições em número insuficiente o valor do investimento será devolvido, integralmente,  em até 10 (dez) dias úteis por meio de depósito em conta corrente.

§     PREÇOS ESPECIAIS PARA MATRÍCULAS REALIZADAS EM GRUPO OU EMPRESAS.

LOCAL DE REALIZAÇÃO:
Avenida Afonso Pena, 981/ 6° andar- Sindicato dos Administradores de BH - Centro | BH/MG.

INFORMAÇÕES ADICIONAIS
Telefones: (31) 3272 8978 - 9921 8978

sexta-feira, 31 de maio de 2013

O apagão da mão de obra e seus efeitos

FONTE: www.bairral.com.br/blog

extraído da Revista Hospitais Brasil nº 61, pág 164

Marcelo Boeger 

Administrador de Empresas, Presidente da Sociedade Latino-americana de Hotelaria Hospitalar, Coordenador e Professor do curso de especialização em hotelaria hospitalar do IIEPAE – Hospital Albert Einstein, Sócio e Consultor da Empresa Hospitalidade Consultoria marceloboeger@gmail.com


Nunca antes havíamos vivido uma época com tanta dificuldade para encontrar candidatos que atuem nas funções operacionais da hotelaria em instituições de saúde. A hotelaria hospitalar é baseada em um modelo de negócios que tem uma mão de obra básica como base de sua estrutura.
Estamos falando da segunda maior folha de pagamento do hospital, composta, por exemplo, de auxiliares de higiene, camareiras, auxiliares de rouparia, coletores de resíduos, copeiras, auxiliares de cozinha, cozinheiros, porteiros, vigilantes, equipes de recepcionistas e de manutenção. Nos últimos anos, a abertura continuada de vagas no mercado formal de trabalho em diversos setores da economia, sobretudo na construção civil, fez com que os efeitos do “apagão de mão de obra” passassem a ser percebidos e sentidos nos hospitais, especialmente nas áreas de apoio. Os indicadores são alarmantes. Segundo dados na ANAHP, entre 2004 e 2012 podemos verificar um aumento superior a 150% na taxa de absenteísmo anual nos hospitais privados. Os serviços que compõe a hotelaria nos hospitais são em geral os setores que representam a maior taxa quando comparados com os demais. Os indicadores de turnover, ou seja, a rotatividade de colaboradores acompanha o aumento, gerando efeitos em hora extra e na dificuldade em qualificar a constante “nova mão de obra” mensalmente, cada vez mais escassa.
Vários outros fatores externos também contribuem para o desaparecimento destes candidatos no mercado de trabalho, sendo um dos principais a meteórica ascensão da classe C nos últimos anos, que tem como consequência uma migração para empregos “não operacionais” na área de serviços. Além disso, não podemos deixar de levar em conta até os efeitos indiretos oriundos de programas como a Bolsa Família, o Seguro Desemprego e a normatização dos direitos aos empregados domésticos previstos na Emenda Constitucional n° 72. Este cenário obriga aos gestores a reorganizar as formas de estruturar o trabalho, repensar jornadas, escalas e, principalmente, acertar em eficiência, prestando maior atenção nas relações interpessoais, além de promover uma melhor retenção dos talentos nas instituições.
Em alguns modelos, a busca pela eficiência já reduziu desperdícios e, em muitos serviços, gerou inclusive a redução do quadro de trabalho, que teoricamente deveria ser compensada com a utilização de tecnologia, de novos métodos de trabalho e recompensas pela excelência alcançada. Neste cenário, o burnout e o boreout podem aparecer como fenômenos ocupacionais que afetam a produtividade e impactam na humanização dos serviços nas instituições de saúde. Os mesmos, quando não percebidos e compreendidos pelos gestores, podem potencializar os efeitos destes fenômenos.
O conceito de burnout, segundo Murofuse et al (2005), pode ser considerado como tridimensional, por envolver três componentes independentes, mas que podem aparecer associados – exaustão emocional, despersonalização e falta de envolvimento no trabalho. São muito mais frequentes entre os serviços da assistência, mas não são exclusividade desta área, afetando também outros profissionais de linha de frente. Embora por motivos diferentes, o conceito de boreout nos chama a atenção por outros aspectos como: sentimento de subutilização do colaborador, indiferença em relação aos resultados e enorme aborrecimento ao executar as tarefas. Como efeitos comuns, gera hostilidade, atenção seletiva, absenteísmo, alta rotatividade e desumanização no atendimento o cliente. Entre os pontos que podem fazer surgir diferença nesta gestão estão oportunidade de crescimento e carreira na empresa, relacionamento com as lideranças e entre os colegas de trabalho, reconhecimento pela boa atuação, autonomia na realização das tarefas associadas a uma remuneração e política de benefícios competitivas. A falta de ferramentas gerenciais para identificar tais fenômenos associados à sensibilidade dos gestores para reconhecer sua mão de obra desmotivada e insatisfeita com o ambiente de trabalho pode gerar perda da competitividade frente aos concorrentes, levando aos já  presentados e elevados valores de absenteísmo e rotatividade, ocasionando a necessidade constante de reposição de funcionários, transferências, novas contratações e repetições de treinamentos básicos, entre outras consequências.
Seguramente não podemos modificar de forma direta as causas externas apresentadas no início deste artigo, porém, devemos nos preparar para seus efeitos e considerar um novo contingente de pessoas para executar nossos processos a partir de agora, que necessitam de argumentos suficientes para permanecerem motivados e uma liderança que tenha consistência para gerenciar processos e colaboradores em uma nova conjuntura, ainda desconhecida por nós, brasileiros, mas, nas devidas proporções, já muito experimentada na década de 80 e 90 em hospitais de países desenvolvidos da Europa e da América do Norte.
 

terça-feira, 14 de maio de 2013

I Simpósio Estadual de Hotelaria e Controle da Infecção Hospitalar




Realizado nos dias, 12 e 13 de abril, em Teresópolis RJ, o I Simpósio Estadual de Hotelaria e Controle da Infecção Hospitalar, promovido pela Sociedade de Hotelaria Hospitalar do Estado do Rio de Janeiro. O evento reuniu cerca de 300 participantes do Rio de Janeiro e demais estados do Brasil.
A programação foi bem elaborada pela comissão executiva, com temas de grande relevância para nossa área, proporcionando aos participantes trocas de experiências e reflexões sobre a importância e parceria da Hotelaria Hospitalar e Controle de Infecções. Tivemos a oportunidade de contar com profissionais de alto nível de conhecimento técnico atrelado ao prático, vislumbrando nas palestras ministradas.

Compartilho com vocês  um resumo de uma das palestras, do professor Marcelo Boeger,presidente da Sociedade Latino Americana de Hotelaria Hospitalar abordou o tema: 

CONSTRUINDO EQUIPES DE ALTA PERFORMANCE NA HOTELARIA:

Ressaltou que equipe de Alta performance não ocorre por acaso, alta performance depende da soma de atributos técnicos e comportamentais. Comparou o Hospital com um carro e que carros precisam de condutores, e que estes precisam estar habilitados para dirigi-los de acordo com “sua marca” e “porte”, o gestor de Hotelaria deve saber onde deseja chegar.
Nos dias atuais não tem como ficar dando voltas e sim saber a direção certa a ser tomada, um bom líder deve ter indicadores que sinalizam como está o desempenho de sua equipe. Os nossos indicadores existem correlação entre SCIH e Hotelaria? Temos metas coletivas? Já que os nossos clientes passam no hospital por processos que dependem de outras equipes.
Citou algumas práticas de trabalho em equipe de Alta Performance :

ü  Capacidade de resolver conflitos
ü  Medidores de performance coletivas
ü  Reuniões periódicas entre áreas que compartilham processos
ü  Objetivos compartilhados
ü  Resolução de conflitos
ü  Comunicação
ü  Gerenciar a experiência
ü  Contrate os melhores para sua equipe (se necessário recontrate o seu colaborador atual “valorize os bons”)
ü  Simplifique sua mensagem: - faça do complicado uma mensagem simples.

Mais uma vez deixo meus parabéns para toda equipe da Sociedade de Hotelaria Hospitalar do estado do RJ ,este evento ficou na memória com gostinho de quero mais!

Mylaidy Spíndola – Coordenadora do Grupo Mineiro de Hotelaria